Entrevista com elites políticas em investigação sobre mémoria: potencialidades e dafios do campo

Resumen

El artículo discute el uso de entrevistas con élites políticas en investigación sobre memoria con base en el trabajo de campo realizado con gobernadores del Estado de Espíritu Santo (Brasil). En diálogo con la literatura que trata de métodos cualitativos, el texto busca presentar cuáles fueron los principales problemas, desafíos y ventajas de la utilización de la técnica de entrevista en la investigación en cuestión. En particular, se pretende resaltar que, al enfocarse en las memorias de elites políticas, las potencialidades y los desafíos de la entrevista tienen características particulares, dependiendo del tipo de entrevistado y del objetivo de la entrevista realizada.

Palabras clave: Memória, história oral, entrevista, elite política

Descargas

Descargar los datos que aún no están disponibles

Biografía de Autor

Vitor de Angelo, Universidade Vila Velha

Possui graduação em História pela Universidade Federal do Espírito Santo, mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos, com estágio de pesquisa no Centre d'Histoire do Institut d'Études Politiques de Paris (SciencesPo). Atualmente, é professor do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da Universidade Vila Velha, onde também é Coordenador Institucional de Iniciação Científica, e pesquisador do Institut des Sciences Sociales du Politique da Université de Paris Ouest-Nanterre La Défense e do Laboratório de Estudos de História Política e das Idéias da Universidade Federal do Espírito Santo. Tem experiência nas áreas de História e Ciências Sociais, com ênfase na política brasileira contemporânea, temática na qual possui livros e artigos publicados.

Citas

Alberti, V. (2004). Ouvir contar: textos em história oral. Rio de Janeiro: Editora FGV.

Beaud, S. (1996). L’usage de l’entretien en sciences sociales. Plaidoyer pour l’“entretien ethnographique”. Politix, 9(35), 226-257.

Becker, H. S. (1974). Historias de vida en sociologia. En J. Balán (Org.) Las historias de vida en ciencias sociales: teoría y técnica (pp. 27-41). Buenos Aires: Ediciones NuevaVisión.

Burke, P. (1997). A Escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: Editora da UNESP.

Camargo, A. (1994). História Oral e Política. En M.de M. Ferreira (Org.) História oral e multidisciplinaridade (pp. 75-99). Rio de Janeiro: Diadorim.

Dormagen, J.-Y. y Mouchard, D. (2015). Introduction à la sociologie politique. 4ª ed. Louvain-la-Neuve: De Boeck Supérieur.

Freitas, S. M. de. (2006). História oral: possibilidades e procedimentos. 2ª ed. São Paulo: Humanitas.

Goldenberg, M. (1999) A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record.

Gondar, J. y Dobedei, V. (Orgs.) (2005). O que é memória social? Rio de Janeiro: Contra Capa.

Halbwachs, M. (2006). A memória coletiva. São Paulo: Centauro.

Hall, P. A. y Taylor, R. C. R. (2003). As três versões do neo-institucionalismo. Lua Nova, 58, 193-223.

Joutard, P. (2006). História oral: balanço da metodologia e da produção nos últimos 25 anos. En M. de M. Ferreira y J. Amado (Orgs.) Usos & abusos da história oral (pp. 43-62). 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora FGV.

Joutard, P. (2013). Histoire et mémoires, conflits et aliance. Paris: La Découverte.

Lagroye, J., Bastien, F. y Sawicki, F. (2012). Sociologie Politique. 6ª ed. Paris: Presses des SciencesPo; Dalloz.

Meihy, J. C. S. B. (2015). História oral: como fazer, como fazer, como pensar. 2ª ed. São Paulo: Contexto.

Meihy, J. C. S. B. (1996). Manual de História Oral. São Paulo: Loyola.

Minayo, M. C. de S. y Sanches, O. (1993). Quantitativo-qualitativo: oposição ou complementaridade? Cadernos de Saúde Pública, 9(3), 239-262.

Peres, P. S. (2008). Comportamento ou instituições? A evolução histórica do neo-institucionalismo da ciência política. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 23(68), 53-71.

Perissinotto, R. (2004). Política e sociedade: por uma volta à sociologia política. Política & Sociedade, 5, pp. 203-232.

Pollak, M. (1989). Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, 2(3), 3-15.

Pollak, M. (1992). Memória e identidade social. Estudos Históricos, 5(10), 200-212.

Rémond, R. (2003). Uma história presente. En R. Rémond (Org.) Por uma história política (pp. 13-36). 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora FGV.

Ricouer, P. (2011). Tempo e narrativa. 3 vols. São Paulo: WMF Martins Fontes.

Romelaer, P. (2005). L’entretien de recherche. En P. Roussel y F. Wacheux (Orgs.) Management des ressources humaines (pp. 101-137). Louvain-la-Neuve: De Boeck Supérieur.

Rosa, P. O. y Sonni, R. G. (2013). Sociologia Política. Curitiba: Instituto Federal do Paraná.

Rousso, H. (2006). A memória não é mais o que era. En M. de M. Ferreira y J. Amado (Orgs.) Usos & abusos da história oral (pp. 93-101). 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora da FGV.

Sartori, G. (1972). Da Sociologia da Política à Sociologia Política. En S. M. Lipset. Políticae Ciências Sociais (pp. 106-148). Rio de Janeiro: Zahar Editores.

Sharpe, J. (1992). A história vista de baixo. En P. Burke. A escrita da história: novas perspectivas (pp. 39-62). São Paulo: Editora da UNESP.

Souza, N. R. de. (2009). Sociologia Política. Curitiba: IESDE.

Thompson, P. (2002). A voz do passado: história oral. 3ª ed. São Paulo: Paz e Terra.

Tourtier-Bonazzi, C. de. (2006). Arquivos: propostas metodológicas. En M. de M. Ferreira y J. Amado (Orgs.) Usos & abusos da história oral (pp. 233-245). 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora da FGV.

Voldman, D. A invenção do depoimento oral. En M. de M. Ferreira y J. Amado (Orgs.) Usos & abusos da história oral (pp. 247-265). 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora da FGV.
Publicado
2017-12-15
Cómo citar
DE ANGELO, Vitor. Entrevista com elites políticas em investigação sobre mémoria: potencialidades e dafios do campo. Revista Cambios y Permanencias, [S.l.], v. 8, n. 2, p. 654-678, dic. 2017. ISSN 2027-5528. Disponible en: <http://vie.uis.edu.co/index.php/revistacyp/article/view/7778>. Fecha de acceso: 23 feb. 2018
Sección
Dossier: La interdisciplinariedad en ciencias sociales